segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Família que janta unida... - Novidades de nutrição infantil da Pediatrics

Novidades sobre nutrição infantil este mês na revista Pediatrics:

Uma meta-análise incluindo mais de 180 mil crianças e adolescentes entre 3 e 17 anos mostrou que, se a família compartilha a mesa às refeições pelo menos três vezes por semana, o risco de erros alimentares e doenças endócrinas cai sensivelmente. O grupo de medicina da comunidade de Urbana, Illinois, concluiu em seu estudo que a refeição em família reduz em 12% o risco de sobrepeso e obesidade, em 20% o risco de erros alimentares e aumenta em 24% a adesão a uma dieta saudável. Quanto mais interação familiar, melhor! E você, quantas vezes come com sua família?
Artigo: http://bit.ly/pKG7NK

Já um grupo da Universidade da Virgínia conseguiu evidências em outra meta-análise comprovando que a amamentação reduz a incidência de Síndrome de Morte Súbita Infantil, uma moléstia misteriosa contra a qual não existe proteção. Não existia. Mães de primeira viagem que estão em dúvida: que tal uma visita ao berçário, banco de leite ou àquela mulher da família notória por ter amamentado todos os filhos? A saúde (e a vida) de seus filhos pode depender disso!
Artigo: http://bit.ly/o5xIIv

domingo, 25 de setembro de 2011

Breast-Cancer Adjuvant Therapy with Zoledronic Acid - Online first in NEJM

Breast-Cancer Adjuvant Therapy with Zoledronic Acid

Robert  E. Coleman, M.B., B.S., M.D., Helen Marshall, M.Sc., David Cameron,
M.B., B.S., M.D., David Dodwell, M.B., Ch.B., M.D., Roger Burkinshaw,
B.Sc., Maccon Keane, M.D., Miguel Gil, M.D., Stephen J. Houston, M.B.,
B.S., M.D., Robert J. Grieve, M.B., Ch.B., Peter J. Barrett-Lee, M.B.,
B.S., M.D., Diana Ritchie, M.B., Ch.B., M.D., Julia Pugh, C.I.M.Dip.,
Claire Gaunt, B.Sc., Una Rea, B.Sc., Jennifer Peterson, B.App.Sc.,
Claire Davies, B.Sc., Victoria Hiley, B.Sc., Walter Gregory, Ph.D., and
Richard Bell, M.B., B.S. for the AZURE Investigators
September 25, 2011
(10.1056/NEJMoa1105195)

Abstract

Background

Data suggest that the adjuvant use of bisphosphonates reduces rates of
recurrence and death in patients with early-stage breast cancer. We
conducted a study to determine whether treatment with zoledronic acid,
in addition to standard adjuvant therapy, would improve disease outcomes
in such patients.

Methods

In this open-label phase 3 study, we randomly assigned 3360 patients to
receive standard adjuvant systemic therapy either with or without
zoledronic acid. The zoledronic acid was administered every 3 to 4 weeks
for 6 doses and then every 3 to 6 months to complete 5 years of
treatment. The primary end point of the study was disease-free survival.
A second interim analysis revealed that a prespecified boundary for
lack of benefit had been crossed.

Results

At a median follow-up of 59 months, there was no significant between-group
difference in the primary end point, with a rate of disease-free
survival of 77% in each group (adjusted hazard ratio in the zoledronic
acid group, 0.98; 95% confidence interval [CI], 0.85 to 1.13; P=0.79).
Disease recurrence or death occurred in 377 patients in the zoledronic
acid group and 375 of those in the control group. The numbers of deaths —
243 in the zoledronic acid group and 276 in the control group — were
also similar, resulting in rates of overall survival of 85.4% in the
zoledronic acid group and 83.1% in the control group (adjusted hazard
ratio, 0.85; 95% CI, 0.72 to 1.01; P=0.07). In the zoledronic acid
group, there were 17 confirmed cases of osteonecrosis of the jaw
(cumulative incidence, 1.1%; 95% CI, 0.6 to 1.7; P<0.001) and 9
suspected cases; there were no cases in the control group. Rates of
other adverse effects were similar in the two study groups.

Conclusions

These findings do not support the routine use of zoledronic acid in the
adjuvant management of breast cancer. (Funded by Novartis
Pharmaceuticals and the National Cancer Research Network; AZURE Current
Controlled Trials number, ISRCTN79831382.)
Read the article: http://bit.ly/oDOscH

sábado, 24 de setembro de 2011

What's new for 'ACE inhibitors and cancer' in PubMed

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Sent on Saturday, 2011 Sep 24
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PubMed Results

Reduced Risk of Breast Cancer Recurrence in Patients Using ACE Inhibitors, ARBs, and/or Statins.

Cancer Invest. 2011 Sep 21. [Epub ahead of print]

PMID: 21936625 [PubMed - as supplied by publisher]

§ §
Division of Cancer Medicine, The University of Texas MD Anderson Cancer Center, Houston, TX, USA,1
Department of Medicine, Albert Einstein Medical Center, Philadelphia, PA, USA,2
Department of Medical Oncology, Thomas Jefferson University Hospital, Philadelphia, PA, USA,3
Department of Medicine, Balyor College of Medicine, Houston, TX, USA,4
Department of Medicine, Cleveland Clinic, Cleveland, OH, USA5
§Both the authors contributed equally to this study.
Correspondence to: Young Kwang Chae, MD, MPH, MBA, 1515 Holcombe Blvd, Unit 463, Houston, TX 77030, USA. email:


Background: Epidemiologic and biochemical evidence suggest a role of statins and angiotensin-converting enzyme (ACE) inhibitors or angiotensin-receptor blockers (ARBs) as anti-neoplastic agents. This study was designed to evaluate the association between the use of these agents and the risk of breast cancer recurrence. Methods: We reviewed the medical records of patients treated for stage II/III breast cancer between 1999 and 2005. Statin and ACE-inhibitors/ARB users were defined as patients who took these medications for at least 6 months in no evidence of disease (NED) stage after the initial diagnosis. The primary outcome was disease-free survival and the secondary was overall survival. The Kaplan–Meier and Cox proportional hazard models were used. Results: A total of 703 patients were included. The median and maximal of follow up was 55 and 118 months, respectively. A total of 168 patients used ACE-inhibitors/ARBs, 156 patients used statins, and 81 used both. Univariate analysis showed significant reduction in breast cancer recurrence among patients who used ACE-inhibitors/ARBs (hazard ratio (HR) = 0.57; 95% CI: 0.37–0.89; p = .013) or statins (HR = 0.43; 95% CI: 0.26–0.70; p < .001). After adjusting for multiple variables, the use of ACE-inhibitors/ARBs (HR = 0.49; 95% CI: 0.31–0.76; p = .002) and statins (HR = 0.40; 95% CI: 0.24–0.67; p < .001) remained significant and an additive effect was found on those who used both drugs (HR = 0.30 95% CI: 0.15–0.61; p = .001). No association was found regarding overall survival. Conclusions: The use of ACE-inhibitors/ARBs, statins, and the combination of both were all associated with a reduced risk of breast cancer recurrence. This observation should prompt further exploration.

Read More: http://informahealthcare.com/doi/abs/10.3109/07357907.2011.616252

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Aceita um pouco de peixe?

A carne de peixe é muito apreciada como uma alternativa de elevado teor nutricional, saborosa e, ao mesmo tempo, saudável. O consumo da carne de peixes ricos em óleos ômega-3 pode proteger de doenças cardiovasculares. No entanto, não existem avaliações sobre a influência do modo de preparo do peixe na saúde dos consumidores. Um estudo publicado em maio deste ano no periódico Circulation (American Heart Association) indica que o modo como o peixe é preparado pode influenciar, e muito, seu impacto na saúde. O estudo foi realizado no banco de dados do Women's Health Initiative Observational Study, uma amostragem de mulheres pós-menopausadas americanas inscritas no WHI, um grande estudo coorte de problemas de saúde em mulheres após a menopausa. Mais de 93 mil mulheres entraram no estudo, que avaliou o risco do desenvolvimento de insuficiência cardíaca. De acordo com as conclusões dessa avaliação, mulheres que consumiram principalmente peixe cozido ou grelhado com frequência (5 vezes ou mais por semana) tiveram um risco cerca de 30% menor de desenvolver insuficiência cardíaca. Já o grupo de mulheres que consumiu principalmente peixe frito (1 vez ou mais por semana) apresentou um risco 48% maior de desenvolver a doença.
Leia o artigo completo: http://bit.ly/rl11jO

Omega 3 melhora Hiperatividade - via Revista de Neurologia

Suplementos de ácidos graxos ômega-podem reduzir os sintomas do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) em crianças, conforme publicado no Journal of Child Psychology and Psychiatry.

Em uma avaliação de 10 estudos com um total de 699 crianças com TDAH, os pesquisadores descobriram que aquelas que receberam suplementos omega-3 mostraram uma melhora pequena, mas significativa na severidade dos sintomas em comparação com aqueles que receberam placebo. Esse efeito foi significativo em crianças recebendo altas doses de suplementação com ácido eicosapentaenóico.

Os autores observam que a eficácia relativa deste tratamento é modesta comparado com os tratamentos com drogas atualmente disponíveis para o tratamento de TDAH, tais como os agonistas psicoestimulantes, a atomoxetina, ou agonistas a2. No entanto, devido ao seu baixo nível de efeitos colaterais, suplementos omega-3 poderiam ser usado como um complemento às intervenções tradicionais.

Leia o artigo: http://bit.ly/nJiw3A

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Tratamento de hemangiomas no Hospital Infantil Albert Sabin

A Revista de Saúde da Criança e do Adolescente deste mês traz um artigo de minha autoria descrevendo as opções no tratamento de crianças com hemangioma. Este artigo é baseado em  minha experiência pessoal, de ter tratado no Serviço de Onco-hematologia Pediátrica do Hospital Infantil Albert Sabin (agora Centro Pediátrico do Câncer) mais de 200 crianças com hemangiomas nos últimos 5 anos. O tratamento de crianças com hemangioma em nossa unidade iniciou-se com o encaminhamento de pacientes com lesões complicadas para tratamento com interferon alfa 2a (hoje em desuso) e, mais tarde, com vincristina (um quimioterápico). Em fins de 2008, por intermédio do grupo da Dra. Heloísa Galvão do Amaral Campos (link para seu site: http://bit.ly/noykB9), através do colega Dr. Antonio Aldo Melo Filho, soubemos do advento do propranolol para seu tratamento. Como anteriormente expusemos em posts anteriores, naquele ano o grupo da Dra. Léauté-Labrèze havia publicado um trabalho seminal que se tornaria famoso, no prestigiado New England Journal of Medicine. Desde esta primeira descrição observacional do achado casual do efeito do propranolol em hemangiomas infantis, centenas de trabalhos científicos seguiram-se. Recentemente, um ensaio clínico duplo-cego e randomizado validou este tratamento para crianças com hemangioma. No meu trabalho, descrevo resultados preliminares de nossa própria experiência com o tratamento de hemangiomas com propranolol, que iniciamos em 2009. Estamos realizando uma avaliação retrospectiva, observacional, de nossa casuística, aprovada pela Comisão de Ética em Pesquisa do HIAS. Para levar a cabo este trabalho, criamos em 2010, juntamente com professores da Universidade Federal do Ceará, o Grupo de Pesquisa em Farmacologia Vascular e Endotelial (http://bit.ly/ozpgQM), denominando a linha de pesquisa de "Atividade Antiangiogênica de Drogas no Tratamento de Doenças Neoplásicas". Em outubro deste ano, devemos apresentar nossos primeiros resultados preliminares. De uma forma geral, temos obtido bons resultados com a utilização de propranolol para o tratamento de hemangiomas infantis, assim como vários outros grupos ao redor do mundo.
Leia o trabalho da RSCA: http://bit.ly/pY1a9u

domingo, 18 de setembro de 2011

A Música e a Fera - Musicoterapia diminui ansiedade e dor em portadores de câncer

Uma nova meta-análise da Cochrane Library avaliou o impacto da musicoterapia nos sintomas e qualidade de vida de pacientes portadores de câncer. A terapeuta Joke Brandt, da Drexel University, Philadelphia, e sua equipe avaliaram 30 estudos publicados sobre musicoterapia em pacientes com câncer. Os resultados da análise mostraram que a musicoterapia teve um efeito benéfico em escores padronizados de ansiedade e humor, mas não afetou a depressão nos pacientes. A terapia mostrou um efeito moderado em reduzir a dor crônica, além de reduzir sinais autonômicos de ansiedade e dor, como frequência cardíaca e respiratória e pressão arterial. Um importante efeito foi registrado na qualidade de vida pelos pacientes, mas alguns outros escores avaliados não se modificaram. De uma forma geral, esta análise mostra um efeito benéfico multidimensional na qualidade de vida de pacientes com câncer e indica que novos estudos devem ser feitos explorando a musicoterapia em pacientes com câncer.
Leia o estudo: http://bit.ly/qJcXAL

sábado, 17 de setembro de 2011

Aula de Oncologia

No dia 15 de setembro, quinta-feira última, ministrei a aula "Avanços no tratamento de tumores neurológicos em crianças", como parte do IV Curso de Abordagem Clínica em Oncologia - Atualizações sobre o Estudo do Câncer, a convite da Liga do Câncer - UFC. A aula ocorreu no auditório da Oncoclinic, no Harmony Center, em Fortaleza - CE. Agradeço o convite à comissão organizadora do evento e ao orientador da Liga, Dr. Victor Hugo Medeiros Alencar. No link abaixo, os slides podem ser acessados. Inicialmente, a aula será disponibilizada sem comentários, mas em alguns dias, deixarei comentários explicativos dos slides disponíveis igualmente. Convido os interessados na aula a fazerem parte também, do Grupo de Discussão e Estudos em Oncologia, por e-mail (cadastre-se neste blog ou mande e-mail para este autor no link disponível neste blog) ou via Facebook (/heldercfelix).
Veja os slides: http://bit.ly/nVPOsn

What's new for 'ACE inhibitors and cancer' in PubMed

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Sent on Saturday, 2011 Sep 17
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PubMed Results
Item 1 of 1

1.Angiotensin converting enzyme inhibitors and hepatocellular carcinoma incidence in the General Practice Research Database.

Walker AJ, West J, Grainge MJ, Card TR.

Cancer Causes Control. 2011 Sep 11. [Epub ahead of print]

Abstract

OBJECTIVE:

Laboratory findings demonstrate anticancer effects of angiotensin converting enzyme (ACE) inhibitors, including anti-angiogenic activity and inhibition of liver cancer growth in rodent models. Small studies in humans indicate potential for therapeutic anticancer effects and warrant further larger studies.

METHODS:

A case-control study using the General Practice Research Database examined whether prior ACE inhibitor usage was associated with a reduction in incidence of hepatocellular carcinoma (HCC).

RESULTS:

Two hundred twenty-four HCC cases were identified, each matched to up to 10 controls by age, sex, and general practice. The data show that HCC is associated with a small, nonsignificant increase in prior use of ACE inhibitors (OR = 1.16, CI = 0.67-2.00). ACE inhibitor use was 7.1% (of 224) in cases and 5.9% (of 2,313) in controls. No significant effects were found when investigating the effect of dose and exposure duration.

CONCLUSIONS:

We found no clear protective effect of ever or long term use of ACE inhibitors against the development of HCC. Our study suggests that it is unlikely that this class of drugs will be a clinically useful cancer chemoprevention therapy.

PMID: 21909951 [PubMed - as supplied by publisher]


sexta-feira, 16 de setembro de 2011

The Enemy Within - Unexpected Cell Type Orchestrate Immune Turmoil in Flu - via ScienceNow

When a patient gets killed by a specially lethal kind of flu, as in the recent outbreaks of H1N1 or H5N1 (swine and avian) strains of flu virus, it might be the body's own defenses that make the final move. The flu and other infections can provoke so-called cytokine storms or immunological storms. One hallmark of these events is a surge of chemical messengers called cytokines and chemokines into tissues and the blood, promoting inflammation. Immune cells, including macrophages and natural killer cells, also flood the lungs. The combination can cause fatal disease with lung and other organs damage. Some flu strains might initiate more often these immune waves. For example, animal studies suggest that the Spanish flu virus (the one that killed millions in the 1918 epidemia) makes the immune system overaggressive. Cells that line the lungs and airways and the immune cells that move in after infection are responsible for cytokine storms—or at least that's what researchers thought.

A team led by chemical biologist Hugh Rosen and virologist Michael Oldstone of the Scripps Research Institute in San Diego, California, investigated the S1P pathway, a molecular control circuit that fine-tunes immune responses. The scientists gave influenza-infected rodents a compound that stimulates the S1P1 receptor. The treatment prevented a cytokine outburst and reduced movement of immune cells into the lungs. When the researchers looked after the cells in the lungs that carry the S1P1 receptor, they found that it occurs on endothelial cells, which line lymphatic and blood vessels, and on the white blood cells known as lymphocytes. To determine which of these two cell types controls the cytokine surge, the researchers tested the S1P1 receptor activator in genetic modified mice that lack lymphocytes. The compound also prevented the storms in these animals, suggesting that endothelial cells, not lymphocytes, orchestrate cytokine release. This fascinating finding opens a whole new avenue of research into flu and potentially many other infectious and inflammatory diseases, where endothelial cells may have a previously unknown important role.

Read the post on ScienceNow:
Surprising Cells Rein In Killer Flu - ScienceNOW - http://bit.ly/pe8PUo

terça-feira, 13 de setembro de 2011

TV Burrinho? Relação entre o formato dos cartoons e cognição infantil

A geração das pessoas que têm entre 30-40 anos tem sido chamada de "imigrantes digitais", em contraposição a seus filhos, os "nativos digitais", denotando que as crianças tipicamente começam a ser expostas à TV com menos de 1 ano hoje, assistindo uma média de 6-8 horas de TV ao dia (dados dos EUA). Seus pais, ao contrário, tiveram contato com a TV bem mais velhos e foram expostos a uma quantidade bem menor de horas-dia de programação na infância. Os chamados "nativos digitais" praticamente já nascem vendo TV. Há muito tempo questiona-se o possível impacto desta exposição no desenvolvimento cognitivo infantil. Vários mitos se formaram nos últimos anos, um dos mais comuns sendo o de que "a TV vai te deixar burro, menino", que virou letra de um hit dos Titãs nos anos 80 (Televisão - album homônimo). Apesar de que alguns estudos tentaram explorar esta questão, nenhuma evidência científica concreta existe. Digo, existia. Um trabalho publicado este mês no jornal científico Pediatrics traz os resultados de um experimento que testou a influência do formato de mídia de cartoons num teste cognitivo em crianças. Crianças em idade escolar foram expostas à sequências breves (9 min) de cartoons de ritmo rápido (frenéticos e com mudança rápida de cenas, comuns em canais especializados em desenhos animados, como o Cartoon Network). Os grupos controles foram expostos a sequências igualmente breves de programas infantis educativos (como Vila Sésamo) ou a uma tarefa de desenho à mão. Logo em seguida, as crianças realizaram um teste de habilidade executiva, que avalia a capacidade de atenção. Resultado: ocorreu um importante prejuízo da habilidade executiva em crianças que haviam acabado de assistir aos desenhos de ritmo rápido, o que não aconteceu quando o estímulo foi programa educativo ou tarefa de desenho à mão. Em outras palavras, as crianças ficaram mais dispersas, desatentas. As implicações deste estudo ainda não são claras, pois ele não avaliou o efeito a longo prazo do estímulo repetido, nem se ocorreram alterações em outras funções cognitivas. Ainda é cedo para afirmar se a música dos Titãs estava certa, mas os pais devem ficar atentos para a qualidade e quantidade dos estímulos que seus filhos estão recebendo, especialmente nesta era de "babás digitais" e de epidemia de "hiperatividade".
Leia o comentário na Pediatrics: http://bit.ly/qSzSgW

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

The hidden target - a new cancer immunotherapy?

In the last issue of Science Translational Medicine, a team from the National University of Singapore report the intriguing finding that intracellular tumor antigen–specific monoclonal antibodies could inhibit tumor growth and metastasis and prolong survival of tumor-bearing mice. As this is a dogma-challenging discovery, a lot of questions naturally arise. Just how the antibodies directed to intracellular proteins managed to effect cell toxicity? Are these results possibly reproducible in humans? Could this be a whole new monoclonal antibody-based strategy for cancer treatment? Antibody-based therapies are targeted at specific molecular elements of cells (often receptor proteins) and thus have improved safety over standard chemotherapy regimens, which has resulted in extended survival and improved quality of life for cancer patients with conventional treatment refractoriness. Because antibodies are too large to cross intact cell membrane and access intracellular locations, antibody therapy has traditionally targeted extracellular or secreted proteins expressed by cancer cells. However, many oncogenic proteins are found within the cell (such as intracellular phosphatases/kinases and transcription factors) and have therefore not been targets for usual antibody therapies. In their proof-of-concept experiment, researchers have treated animals with antibodies directed at intracellular proteins or with endogenous antibody formation by vaccination with these protein products. As a result, they obtained in vitro and in vivo tumor growth inhibition with this strategy. Theoretical possibilities to explain these unexpected effects could be: (1) a small fraction of intracellular antigens may be released due to necrosis or cancer cell lysis; (2) some intracellular antigens may be externalized and displayed on the surface of cancer cells by unconventional secretion; (3) binding of antibodies to surface-exposed intracellular proteins may then trigger immune responses such as ADCC to destroy the cancer cells; (4) antibodies could be taken up by the cancer cells in an antigen-specific manner; (5) complement-mediated events may also be involved. Truly, this effect remains a mistery to be explained, but with plenty of promise if could be confirmed and translated to human patients.
Read the complete article: http://bit.ly/nT1HbL

Oxidative stress and cardiovascular disease

A set of reviews about the role of oxidative stress-related injury in the genesis of cardiovascular disease are some of the most popular recently published papers in the American Journal of the Medical Sciences. They are the transcription of lectures presented in a symposium held as part of the annual scientific session of the Southern Society for Clinical Investigation. Internationally recognized experts spoke about the role of oxidative damage in myocardial remodeling in chronic mitral regurgitation (Gladden et al), heart failure (Sawyer DB), myocardial infarction (Robinson et al), atherosclerosis (Mitra et al), and other relevant topics.

Oxidative stress has been recognized as an important cornerstone in the development of these and other cardiovascular diseases, and anti-oxidante drugs have the potential to help decrease cardiovascular risk. When a prooxidant stimulus is persistent and excessive, natural endogenous anti-oxidant defenses are ultimately overwhelmed and unable to cope. Consequently, reactive oxygen and nitrogen species (free radicals) overproduction account for deleterious cellular responses, including cardiomyocyte apoptosis and necrosis.

One of the most well-known associations between oxidative stress and cardiac disease is in the genesis of atherosclerosis. Clinical evidence that links oxidized-LDL with oxidative stress includes its elevated serum concentrations in patients having ischemic heart disease, especially in those having the greatest elevation in ox-LDL found with the acute coronary syndrome. These and many other evidence are reviewed in the articles, follow the links bellow:

Gladden JD, et al. Oxidative stress and myocardial remodeling in chronic mitral regurgitation. Am J Med Sci 2011;342:114–9. http://bit.ly/pUjOJW

Sawyer DB. Oxidative stress in heart failure: what are we missing? Am J Med Sci 2011;342:120–4. http://bit.ly/nezZeb

Robinson AD, et al. Oxidative stress and cardiomyocyte necrosis with elevated serum troponins: pathophysiologic mechanisms. Am J Med Sci 2011;342:129–34. http://bit.ly/nzAmsq

Mitra S, et al. Oxidized LDL and atherosclerosis. Am J Med Sci 2011;342:135–42. http://bit.ly/q1fKON

sábado, 10 de setembro de 2011

What's new for 'cancer' in PubMed

From Pubmed latest published:

Cytarabine dose of 36 g/m² compared with 12 g/m² within first consolidation in acute myeloid leukemia: results of patients enrolled onto the prospective randomized AML96 study.
Schaich M, Röllig C, Soucek S, Kramer M, Thiede C, Mohr B, Oelschlaegel U, Schmitz N, Stuhlmann R, Wandt H, Schäfer-Eckart K, Aulitzky W, Kaufmann M, Bodenstein H, Tischler J, Ho A, Krämer A, Bornhäuser M, Schetelig J, Ehninger G.
J Clin Oncol. 2011 Jul 1;29(19):2696-702. Epub 2011 May 23.

This study showed that higher cytarabine dose did not associated with better results than standard dose in AML consolidation chemotherapy.
Link: http://bit.ly/qIuDwd

What's new for 'fibromyalgia' in PubMed

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Sender's message: Search: fibromyalgia
Sent on Saturday, 2011 Sep 10
Search fibromyalgia
(Selected results only)

PubMed Results

1.Large candidate gene association study reveals genetic risk factors and therapeutic targets for fibromyalgia.

Smith SB, Maixner DW, Fillingim RB, Slade G, Gracely RH, Ambrose K, Zaykin DV, Hyde C, John S, Tan K, Maixner W, Diatchenko L.

Arthritis Rheum. 2011 Sep 8. doi: 10.1002/art.33338. [Epub ahead of print]

PMID: 21905019 [PubMed - as supplied by publisher]
Comment: this breakthrough study reveals gene candidates for causing fibromyalgia - interstingly most of them relates somewhat to descending pain control that occurs in supraspinal neural centers, highlighting the critical importance of this phenomenon to fibromyalgia (comment added by the blogger).
2.Association of fibromyalgia characteristics in patients with non-metastatic breast cancer and the protective role of resilience.

Schrier M, Amital D, Arnson Y, Rubinow A, Altaman A, Nissenabaum B, Amital H.

Rheumatol Int. 2011 Sep 8. [Epub ahead of print]

PMID: 21901352 [PubMed - as supplied by publisher]
3.Psychological distress in fibromyalgia patients: A role for Catechol-O-Methyl-Transferase Val158Met polymorphism.

Desmeules J, Piguet V, Besson M, Chabert J, Rapiti E, Rebsamen M, Rossier MF, Curtin F, Dayer P, Cedraschi C.

Health Psychol. 2011 Sep 5. [Epub ahead of print]

PMID: 21895373 [PubMed - as supplied by publisher]

Comment: fibromyalgia is now recognized as a disease with a molecular background that has been explored in the last few years. One can say that it is a disease with a pain modulation, processing and perception alteration that leads to chronic pain. Cathecolaminergic signaling is central to its pathogenesis and this is the basis of the most used pharmacological treatments used in the last years. The author of this blog has published commentaries and reviews about this topic in peer-reviewed journals. You can check this following the link to my CV: http://bit.ly/oH8Bfu

Concurso 'Dance Your Ph.D.' 2011 - via ScienceNOW

A revista Science divulgou a nova edição de seu concurso anual "Dance Your PhD", no seu blog de notícias, ScienceNOW. O concurso é um desafio bem-humorado a cientistas com doutorado ou estudantes de doutorado de explicar ou expressar sua tese, sua pesquisa e resultados na forma de uma coreografia de dança. É um concurso amador e sem pretensões artísticas, o propósito é a diversão, mas que tem um prêmio que não deixa de ser significante. Como diz a página do concurso, "você pode ganhar US$ 1000,00 e fama geek instantânea na internet, além do reconhecimento pela Science". Além disso, este ano a melhor performance ganhará uma viagem a Bruxelas. As regras são simples: você deve: (1) ser doutor ou (2) estar fazendo doutorado e (3) obrigatoriamente, fazer parte da coreografia! O concurso é aberto a todas as áreas da ciência e a todos os países, sem distinção. Para participar, você deve criar e filmar sua coreografia (na página do concurso pode-se encontrar dicas de como fazer isso), fazer upload para o site vimeo.com e mandar o link pra os organizadores do concurso até 10 de Outubro de 2011! Aos interessados, mãos à obra e boa sorte!

Artigo no blog da Science:
http://bit.ly/nqEYyh
Página do concurso:
http://bit.ly/10MOn

Bird Flu is comming back

The United Nations Food and Agriculture Organization (FAO) issued a bulletin last week that stirred a lot of press attention. It warned of “a major resurgence of the H5N1 highly pathogenic avian influenza amid signs that a mutant strain of the deadly bird flu virus is spreading in Asia and beyond, with unpredictable risks to human health.” Other international health organizations, however, hurried to play down the significance of this alert. FAO Chief Veterinary Officer Juan Lubroth defended the warning, implying they meant not to cause a frenzy.

Science has published a news analysis upon the topic. They reported that FAO posted the statement, titled “Bird Flu rears its head again,” on its Web site on 29 August. The post reveals that H5N1 outbreaks among poultry and wild birds have been increasing since 2008 and that the virus has re-emerged in many countries. Furthermore, a variant of the virus, dubbed clade 2.3.2.1, circulating in China and Vietnam has mutated in a way that renders current poultry vaccines less effective. And since H5N1 appeared in 2003, it has killed or led to the culling of more than 400 million domestic poultry, causing an estimated $20 billion in losses, and killed 331 people, roughly 60% of those it infected. The agency predicted that a flareup of H5N1 is likely this fall and winter.

Read the original post:
http://bit.ly/o7IaF1
Read the Science analysis:
http://bit.ly/pwxs9s

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Aula do projeto Protocolos 2011

Hoje, no Centro pediátrico do Câncer, iniciamos o projeto Protocolos 2011 com uma exposição minha sobre o tratamento clínico de tumores do Sistema Nervoso Central. O projeto Protocolos 2011 foi solicitado pela direção do Hospital Infantil Albert Sabin, na pessoa da Dra. Joana Angélica de Paiva Maciel, para padronizar as condutas no CPC. A exposição inclui um breve histórico, uma avaliação da evidência atual, um exame preliminar de nossos resultados (incluindo pacientes diagnosticados até 2008) e uma discussão sobre novos protocolos que já estão implantados ou em implantação. A exposição foi toda produzida no programa Keynote para iPad, portanto não foi possível disponibilizá-la em formato de apresentação de slides tradicionais, mas em pdf. Como não há comentários nos slides, acrescento alguns comentários referentes a cada diapositivo:
(veja os slides: http://bit.ly/no4bom)

Slide 1 - a fachada do CPC (foto obtida por mim logo que ele foi inaugurado)

Slide 2 - cada exposição engloba uma patologia (ou grupo, como é o caso desta) - as informações aqui mostradas são oriundas de 2 projetos de pesquisa coordenados por mim: http://bit.ly/nL1SEY

Slide 3 - até 2006, não existia atendimento neuro-oncológico organizado no HIAS; por iniciativa do Dr Cesar Abreu, formou-se um grupo multidisciplinar organizado.

Slide 4 - o grupo inicialmente contava comigo como oncologista clínico, Dr. Firmo Holanda na Neurocirurgia, Dra. Jubya Bastos no suporte pediátrico e um sem-número de especialistas de todas as áreas. Mais recentemente, o Dr. João Paulo Mattos juntou-se à equipe de neurocirurgiões dedicados à neuro-oncologia. Muitos outros colegas dão inestimável contribuição, destacando-se o Dr. Igor Veras, parceiro do CRIO que trata nossos pequenos pacientes. Um sincero agradecimento a todos.

Slide 5 - principais doenças oncológicas agrupadas no conjunto dos tumores do SNC. Nota bene: a ICCC (International Classification of Childhood Cancer, 3 ed) considera todas as patologias listadas como malignas, incluindo ependimomas (independente da classificação da OMS) e os chamados gliomas de baixo grau. A classificação pode ser checada aqui: http://seer.cancer.gov/iccc/iccc3.html

Slide 6 - o famoso protocolo 8 em 1 já foi usado por nós na década de 90 e antes. OS = sobrevida global; EFS = sobrevida livre de doença.

Slide 7 - protocolos de tratamento usados em nosso serviço até 2008

Slides 8 e 9 - resultados publicados destes protocolos. Embora o protocolo SOBOPE/SLAOP 1998 para meduloblastoma não tenha resultados divulgados ainda, em 2007, Jakacki et al apresentaram resultados de um estudo do COG que tem indução com quimiorradioterapia similar. Hoje, quimioterapia para meduloblastomas e astrocitomas de baixo grau (estes últimos recorrentes ou progressivos) está bem estabelecida. Para ependimomas e gliomas de alto grau, no entanto, não.

Slides 10 a 16 - resultados de  nosso serviço para o período 2000-2006, aceitos para publicação no Jornal de Pediatria (de Araújo et al, JPED, 2011 - no prelo). Nossos resultados de sobrevida global em 5 anos equivalem parcialmente aqueles de dados populacionais do primeiro mundo (SEER e ACCIS). A sobrevida de pacientes com ependimoma é baixa.

Slides 17 a 23 - resultados de nosso serviço para o período 2007-2008, dados não publicados. Várias patologias (ependimoma notadamente) com sobrevida superior. Embora um cirurgião dedicado e oncologista clínico exclusivo, além de um fluxo bem definido de atendimento possam explicar tal melhoria, ainda podem haver fatores não bem definidos envolvidos.

Slide 24 - um destes fatores pode ter sido a profilaxia anticonvulsivante com valproato, uma droga hoje reconhecida como possivelmente tendo efeito antitumoral. Nesta avaliação retrospectiva aceita para publicação (Felix et al, Pediatr Hematol Oncol, 2011 - no prelo) mostramos que ocorreu uma melhora de sobrevida em pacientes com tumores de alto risco que receberam a profilaxia.

Slide 25 - nesta análise de sobrevida nos pacientes diagnosticados entre 2000-2008, a profilaxia com valproato afetou positivamente a sobrevida de um subgrupo de pacientes com ependimoma, meduloblastoma ou glioma de baixo grau (dados não publicados). Estes estudos observacionais não provam que o valproato foi o responsável pela melhor sobrevida dos pacientes, mas sugerem estudos adicionais. Vários ensaios clínicos com valproato já estão em andamento.

Slide 26 - protocolos introduzidos no CPC após 2008. O protocolo para tratamento de meduloblastoma de baixo risco (COG-A9961) usa menos QT e menos RT, mantendo bons resultados. O protocolo alemão HIT-GBM-C conseguiu resultados melhores em pacientes com gliomas de alto grau com quimiorradioterapia intensiva. O protocolo CCG-9921 até hoje é o mais usado para crianças menores de 3 anos, embora outras abordagens tenham sido propostas.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

XIII Congresso Brasileiro de Oncologia Pediátrica

Em 2012, o congresso da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica - SOBOPE, será em Natal, de 17 a 20 de abril. Com presidência do Dr. Elione Soares de Albuquerque e apoio do Instituto Ronald McDonald, Casa Durval Paiva e AAPCMR, será uma oportunidade para que os colegas façam contatos e reciclagem. Visite a página do congresso: http://bit.ly/pDxgt0

I, Robot

Via ScienceNOW: Robotic avatars of disabled people walking around and interacting with other people? This possibility has now a little more of science and a little less of fiction due to a new development reported at IEEE Engineering in Medicine and Biology Society conference in Boston. A group from École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL) in Switzerland has devised a way of merging human-driven control and robotic control to create a smooth form of subconcious remote thought control. People wearing an array of tiny electrodes in a cap could control the movements of a robot a 100-mile away almost as easily as we can control our own movements. This new non-invasive technology will be next tested in locked-in patients that lack any possibility of movement. This new development can open the way to a new era for disabled patients and their relation to other people.
Read the news (ScienceNow blog):

Disabled Patients Mind-Meld With Robots - ScienceNOW

sábado, 3 de setembro de 2011

Atualização da aula "Câncer em Crianças"

A aula apresentada no CRIO em maio deste ano, intitulada "Câncer em Crianças", havia sido disponibilizada para visualização online a quem dispusesse do link. Esta primeira versão foi montada sem os créditos das diversas imagens que utilizamos. Agora, uma nova versão está pronta, contendo créditos e links para as imagens. A visualização da nova versão é possível aqui: http://bit.ly/qovrvg
Acrescentamos um slide sobre uma associação canadense fundada por um jovem artista portador de linfoma, que financia pesquisas clínicas sobre câncer. Também acrescentamos um slide sobre a Associação Peter Pan, organização não governamental que construiu e doou ao Hospital Infantil Albert Sabin as instalações do Centro Pediátrico do Câncer.


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