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domingo, 18 de setembro de 2011

A Música e a Fera - Musicoterapia diminui ansiedade e dor em portadores de câncer

Uma nova meta-análise da Cochrane Library avaliou o impacto da musicoterapia nos sintomas e qualidade de vida de pacientes portadores de câncer. A terapeuta Joke Brandt, da Drexel University, Philadelphia, e sua equipe avaliaram 30 estudos publicados sobre musicoterapia em pacientes com câncer. Os resultados da análise mostraram que a musicoterapia teve um efeito benéfico em escores padronizados de ansiedade e humor, mas não afetou a depressão nos pacientes. A terapia mostrou um efeito moderado em reduzir a dor crônica, além de reduzir sinais autonômicos de ansiedade e dor, como frequência cardíaca e respiratória e pressão arterial. Um importante efeito foi registrado na qualidade de vida pelos pacientes, mas alguns outros escores avaliados não se modificaram. De uma forma geral, esta análise mostra um efeito benéfico multidimensional na qualidade de vida de pacientes com câncer e indica que novos estudos devem ser feitos explorando a musicoterapia em pacientes com câncer.
Leia o estudo: http://bit.ly/qJcXAL

quarta-feira, 22 de junho de 2011

The Mental Hazards of City Living - ScienceNOW

 Provocative new study says urban life alters the way the brain handles social stress.
 Psychiatrist Andreas Meyer-Lindenberg and collaborators at the Central Institute of Mental Health and the University of Heidelberg Medical Faculty in Mannheim, Germany, have previously used brain-imaging methods to search for abnormalities in the brains of people with genetic risk factors for mental illness. In the new study, Meyer-Lindenberg says, the group wanted to apply the same approach to environmental risk factors, which can be even more powerful than genetic factors. "Urbanicity ... has a much higher associated risk than any gene," he says. "The idea was to take people with that risk factor and see if there's anything different in their brains."
Read more:
The Mental Hazards of City Living - ScienceNOW

quarta-feira, 14 de abril de 2010

O vício de comer não é uma figura de linguagem

Um estudo realizado em animais de laboratório (ratos), mostrou pela primeira vez que a compulsão de comer demais, levando à obesidade, envolve o mesmo mecanismo biológico do vício em drogas como cocaína e heroína. Este achado foi publicado na revista Nature Neuroscience.
Os autores mostram que quando os centros de prazer do cérebro se tornam menos sensíveis, os ratos rapidamente desenvolver o hábito de comer compulsivamente quantidades crescentes de altas calorias, alto teor de gordura, para se tornarem obesos.
O consumo excessivo desses alimentos provoca o vício como uma resposta neuroadaptativa dos circuitos de recompensa do cérebro, levando ao desenvolvimento do comer compulsivo.
Descobriu-se também que os níveis dos receptores da dopamina D2 foram significativamente menores nos cérebros dos animais obesos, à semelhança do que tem sido observado em humanos viciados.
Artigo completo aqui.

sábado, 14 de novembro de 2009

Estatinas e câncer novamente

A associação do uso crônico de estatinas e cãncer ainda hoje é controversa. Estudos haviam anteriormente sugerido a associação de estatinas e aumento de câncer hepático. Recentemente, vários estudos sugerem que o uso crônico de estatinas pode proteger contra vários tipos de câncer.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Estatinas podem reduzir risco de câncer sim!!

Uma pesquisa veiculada no número de Junho de 2009 do periódico Gastroenterology mostra que a utilização de estatinas por pacientes diabéticos associou-se com menor chance de apresentar carcinoma hepatocelular. O estudo, conduzido pelo Dr. Hashem B. El-Serag, do Baylor College of Medicine em Houston (EUA) analisou 1303 diabéticos com câncer e 5212 sem câncer. Eles determinaram que pacientes diabéticos que toma estatinas têm entre 1,58 e 2,17 vezes menos risco de ter câncer de fígado. Trata-se de um estudo caso-controle, o qual não pode provar que esta associação é causal. Um estudo tipo coorte deve ser realizado para confirmar tais resultados. A notícia adiciona mais uma informação interessante à polêmica discussão sobre o suposto efeito das estatinas de prevenir câncer. Leia mais em: http://bit.ly/11SU3M

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